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Blog · Raças e predisposições

3 Doenças oftálmicas mais comuns em cães de focinho curto

23 de junho de 2021 · Raças e predisposições · Leitura de 2 min

3 Doenças oftálmicas mais comuns em cães de focinho curto

Os animaizinhos são bem parecidos conosco, alguns são mais magrinhos, outros são mais gordinhos, a coloração do pelo e pele, o tamanho dos olhos, orelhas, estatura física, etc.

Devido a predisposição genética eles podem sofrer com algumas doenças, como as doenças oftálmicas.

Os cães braquicefálicos, são os animaizinhos de focinho curto, geralmente costumam ter uma condição anatômica que aumenta as chances de desenvolver doenças oculares, devido aos olhos estarem bem proeminentes.

As raças como: Pug, Bulldog francês e ingês, Shih-tzu, Lhasa Apso, Boston Terrier, entre outros, se encontram nessa categoria.

Se você tem um filho de quatro patas de focinho curto, como as que foram citadas acima, fique de olho nessas alterações que iremos destacar.

As doenças mais comuns são:

Olho seco: acontece quando há baixa produção de lágrima, resultando no aparecimento de manchas (branca, preta ou vermelhas) na córnea, olho vermelho, eles coçam os olhos com frequência, muita secreção ocular, desconforto, olhos com aspecto seco (sem brilho) e perda visual nos casos mais avançados.

Úlcera de córnea: é uma lesão na córnea, geralmente ocorre de forma traumática, mas pode ser causada por contato com shampoo, alterações em pálpebra, cílios, olho seco, entre outras. É importante lembrar também, que o mais grave de tudo é a contaminação e o auto traumatismo (coçar os olhos) que agravam os casos de úlceras. Os principais sinais que podem apresentar são: olho vermelho, aspecto esbranquiçado, desconforto (pode ficar com o olhinho meio fechado) e secreção ocular.  

Distiquíase: consiste no mal posicionamento de cílios isolados ou múltiplos da pálpebra. Os principais sinais são: lacrimejamento excessivo, desconforto, coceira no olho e o atrito do cílio com a superfície ocular, podendo ocasionar em uma úlcera de córnea.  

Sendo assim, é importante ficar sempre de olho no seu pequeno, para que qualquer alteração, você leve-o no veterinário.

Lembre-se o melhor tratamento está sempre no diagnóstico precoce!

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